sábado, 22 de novembro de 2008

Luta contra o Luto - Dois assassinatos em menos de uma semana

Cinco dias depois que a universitária e funcionária do Jornal de Muriaé, Suely Cristina Souza Santos, 31 anos, foi assassinada com seis tiros e abandonada na BR-356, próximo a cidade de Eugenópolis, outro assassinato aconteceu na noite de quarta-feira (19). A vítima é a educadora Mônica Vidon Alvarenga que foi abordada, por volta de 20h30min, após guardar seu carro na garagem e dirigir-se para sua casa, na Av. Maximiano Fraga, bairro João XXIII, quando foi atingida por três tiros na cabeça.

Mônica, que era esposa do delegado regional da 38ª DRSP Wagner Schubert de Castro, ainda foi encontrada com vida pelo Corpo de Bombeiros e em seguida foi levada para o Hospital São Paulo onde passou por uma cirurgia, porém não resistiu aos ferimentos e morreu na manhã do dia seguinte.

De acordo com informações da PM uma sobrinha que estava com ela e sua bolsa com objetos pessoais foram deixados no local do crime. Delegados, policiais civis e militares estiveram no local, mas não conseguiram nenhuma pista até o momento, mas não descartam a possibilidade do crime ter ocorrido por tentativa de roubo. De acordo com o delegado de polícia José Carlos Bousoni Rodrigues, algumas testemunhas já foram ouvidas e reforços da Delegacia de Homicídios de Belo Horizonte virão para Muriaé onde irão assumir as investigações.

Caso Suely

Em continuidade ao coso do assassinato da universitária Suely Santos, as investigações que tiveram início na manhã de sábado (15) continuam. Familiares, amigos e companheiros de trabalho da funcionária do Jornal de Muriaé já foram ouvidos pelo delegado do município de Eugenópolis, Dr. Bruno Sales Mattos, que passaram informações da rotina da vítima.

Irmãos e cunhados de Suely já prestaram depoimento e forneceram informações como o número de telefone, convivo e ocupações, informações estas que para polícia Civil levará ao responsável pelo crime.

De acordo com o delegado a linha de investigação principal já está traçada, com a apuração de todos os depoimentos, as informações serão cruzadas para uma definição dos fatos. “Aí sim podemos apontar o autor ou autores do crime e coloca-los na cadeia”, diz

Outro principal ponto de apoio para solucionar o caso é desvendar a pessoa que conversou com Suely pelo celular momentos antes dela deixar o salão de festas do Colina Country Clube, onde trabalhava na cobertura de um evento. Depois que se despediu de companheiros de trabalho não retornou.

O homicídio que desperta a curiosidade dos muriaeenses, até o momento não tem nenhum suspeito oficial revelado. Segundo o delegado já foram recebidas várias ligações com informações que não procedem. Com isso, a polícia pede para que apenas aqueles que tenham alguma informação relevante entrem em contado.





































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