A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. De acordo com estimativa da Organização das Nações Unidas (ONU) entre 50 a 100 milhões de pessoas são infectadas anualmente pela doença em mais de 100 países. Cerca de 550 mil doentes necessitam de internações e 20 mil morrem.
Dados da Vigilância Epidemiológica e Controle de Zoonoses de Muriaé revelam que 171 casos foram confirmados na cidade desde o início do ano, 70% a menos em comparação com 2007. Para diminuir este número ainda mais e evitar que novos casos de dengue surjam, em comemoração ao “dia D de combate a dengue” a Vigilância Epidemiológica e Controle de Zoonoses junto a várias escolas públicas e privadas se reuniram na sexta-feira (7) em uma passeata para conscientizar a população. Dionísio Bonfim de Moraes, coordenador do Programa de Controle de Endemias da cidade, afirma que por meio de trabalhos como este o número de casos tem reduzido em comparação com o mesmo período do ano passado. “Estamos entrando no período crítico de chuva em que aumenta a proliferação do mosquito dengue se não houver um cuidado”, alerta.
Para o professor Sandro Ariel Carriso, da Escola M. Gilberto José Tanus Brás a mobilização deve ser um movimento constante e um evento de integração entre diversas instituições e forças sociais, com a importância de fazer um alerta a população sobre a responsabilidade de cada um no combate ao mosquito. “O resultado é claro quando se analisa os dados e aponta o a diminuição nos casos de dengue em Muriaé”, diz
No entanto, mesmo com o empenho e dedicação no combate do mosquito da dengue pelo poder público e instituições educacionais, o ultimo levantamento feito pela Vigilância Epidemiológica e Controle de Zoonoses de Muriaé apontou índice de infestação por dengue de 0,41%, no resultado das 39.723 residências pesquisadas, crescimento de 54% em relação a ultima análise. O permitido pela ONU é de no máximo 1%. “Não podemos cruzar os braços e deixar somente para o setor público fazer, mas todo mundo da sociedade tem que estar contribuindo”, diz Moraes.
Doença e prevenção
A dengue é a doença transmitida pelo Aedes aegypt, um mosquito pequeno como um grão de arroz e com manchas brancas no corpo e nas patas, que não faz barulho e tem hábitos diurnos. Se estiver contaminado, ele transmite um dos quatro tipos de vírus causadores da doença pela picada.
Febre alta, dores nas articulações, dor de cabeça e fraqueza estão entre os principais sinais da doença. A suspeita deve ser informada o mais rapidamente possível no serviço de saúde mais próximo, para que o médico defina a medicação dos sintomas da dengue, que pode durar cerca de 10 dias.
Dados da Vigilância Epidemiológica e Controle de Zoonoses de Muriaé revelam que 171 casos foram confirmados na cidade desde o início do ano, 70% a menos em comparação com 2007. Para diminuir este número ainda mais e evitar que novos casos de dengue surjam, em comemoração ao “dia D de combate a dengue” a Vigilância Epidemiológica e Controle de Zoonoses junto a várias escolas públicas e privadas se reuniram na sexta-feira (7) em uma passeata para conscientizar a população. Dionísio Bonfim de Moraes, coordenador do Programa de Controle de Endemias da cidade, afirma que por meio de trabalhos como este o número de casos tem reduzido em comparação com o mesmo período do ano passado. “Estamos entrando no período crítico de chuva em que aumenta a proliferação do mosquito dengue se não houver um cuidado”, alerta.
Para o professor Sandro Ariel Carriso, da Escola M. Gilberto José Tanus Brás a mobilização deve ser um movimento constante e um evento de integração entre diversas instituições e forças sociais, com a importância de fazer um alerta a população sobre a responsabilidade de cada um no combate ao mosquito. “O resultado é claro quando se analisa os dados e aponta o a diminuição nos casos de dengue em Muriaé”, diz
No entanto, mesmo com o empenho e dedicação no combate do mosquito da dengue pelo poder público e instituições educacionais, o ultimo levantamento feito pela Vigilância Epidemiológica e Controle de Zoonoses de Muriaé apontou índice de infestação por dengue de 0,41%, no resultado das 39.723 residências pesquisadas, crescimento de 54% em relação a ultima análise. O permitido pela ONU é de no máximo 1%. “Não podemos cruzar os braços e deixar somente para o setor público fazer, mas todo mundo da sociedade tem que estar contribuindo”, diz Moraes.
Doença e prevenção
A dengue é a doença transmitida pelo Aedes aegypt, um mosquito pequeno como um grão de arroz e com manchas brancas no corpo e nas patas, que não faz barulho e tem hábitos diurnos. Se estiver contaminado, ele transmite um dos quatro tipos de vírus causadores da doença pela picada.
Febre alta, dores nas articulações, dor de cabeça e fraqueza estão entre os principais sinais da doença. A suspeita deve ser informada o mais rapidamente possível no serviço de saúde mais próximo, para que o médico defina a medicação dos sintomas da dengue, que pode durar cerca de 10 dias.
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